Grafologia no Brasil

Organização para uma grafologia confiável, eficiente e respeitada no Brasil

QUAL A NECESSIDADE DE AUTONOMIA PROFISSIONAL PARA A GRAFOLOGIA?

Por ser tão diferente, a Grafologia, assim como não acontece em nenhum outro país que a utiliza, jamais poderá ser incorporada, com sérios riscos de ser aniquilada, à qualquer outra profissão já organizada, cujas funções e crenças muitas vezes são antagônicas à Grafologia que seguramente a limitam.

COMO PODE SE DAR A ORGANIZAÇÃO NACIONAL DESTA PROFISSÃO?

É urgente que os grafólogos brasileiros, com o reconhecimento da Grafologia internacional, se organizem em associações. Por termos um país de dimensões continentais, será necessária a criação de uma Federação, que terá a responsabilidade, através do consenso, de definir as regras a serem respeitadas por cada profissional, e constituir um conselho ético, instância superior de aplicação e de vigilância da profissão.

  • As associações deverão incentivar a unificação do método.
  • Deverão também, junto à Federação, participar da edição de revistas profissionais com freqüência regular, permitindo a cada profissional partilhar suas observações e seu trabalho, incentivando novas pesquisas, além de incorporar textos importantes traduzidos de outras associações internacionais.
  • A organização de encontros como seminários, simpósios e congressos deverão ser priorizados.
  • Caberá a elas também propor uma terminologia unificada, e com isso uma apresentação social digna de respeito do público, bem como um método de pós-graduação aos brasileiros.

Os termos Grafólogo e Grafologia não poderão ser usados por qualquer pessoa que afirma que a Grafologia nasceu com ela.

Proposta Organizacional da Grafologia no Brasil pela ABGCJ

1. A existência de grupos de profissionais organizados em Associações que atendam aos interesses e fomentem o desenvolvimento e a regulamentação da Grafologia como profissão e ciência autônoma.

2. Estas Associações se estruturariam numa Federação Brasileira de Grafologia, zelando pelo perfil profissional através do ordenamento e validação do ensino e da pesquisa, estabelecendo competências mínimas necessárias para o exercício da profissão.

3. Visando a organização e coerência do exercício da grafologia nacional seria fundamental a criação de um Conselho Deontológico de Grafologia, independente e autônomo, cujos membros seriam indicados pelas respectivas associações .Ao Conselho cabe fiscalizar as atividades éticas no exercício da profissão, tendo legitimidade para analisar, julgar, excluir ou repudiar qualquer excesso ou inadequação perigosa à profissão ou ao público.

  4. Estruturação de uma Confederação Latino Americana de Grafologia, visando o intercâmbio e fortalecimento da profissão na América Latina.

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